terça-feira, 20 de setembro de 2011


Exemplo de Sustentabilidade: Siemens




A Siemens alcançou o primeiro lugar na categoria de Diversified Industrials ( Industria Diversicada) no índice Dow Jones de Sustentabilidade(Dow Jones Sustainability Indexes- DJSI), pela quarta vez consecutiva com pontuação 90, sua melhor classificação.
A DJSI é um dos índices mais reconhecidos e respeitados no mundo todo, onde avalia os aspectos ambientais, econômicos e sociais das empresas.
Segundo Barbara Kux, membro da Diretoria Executiva da Siemens, com a conquista a empresa pode provar o  quanto está engajada na questão sustentável, com seus colaboradores colocando a sustentabilidade em prática todos os dias. Para a empresa sustentabilidade trata-se de uma vantagem competitiva.
Além das dimensões econômicas e sociais, a Siemens está focando intensamente na expansão de seu portfólio ambiental, redução de emissões e utilização eficiente dos recursos naturais. O objetivo da empresa é gerar mais de € 40 bilhões em receita com tecnologias verdes até o final de 2014.
A empresa também possui um dos maiores e mais amplos portfólios ambientais do mundo, onde cerca de € 30 bilhões do faturamento da empresa vieram da venda de produtos com tecnologias ambientais. No Brasil, um terço do faturamento está ligado também ao portfólio verde.

Para mais informações sobre o programa de sustentabilidade da Siemens acesse: http://www.siemens.com.br/templates/v2/templates/TemplateF03.Aspx?channel=8919

quarta-feira, 14 de setembro de 2011



Metodologia de Checkland aplicada à implementação da produção mais limpa em serviço.






Checkland é uma metodologia que utiliza a sistematização para análise e solução de problemas re­ais, que determina as modificações necessárias à resolução de problemas, a partir de comparação entre sistemas correntes e o modelo conceitual, com a preocupação de abordar sistematicamente um ca­minho para a análise e solução de problemas reais, inclusive problemas pouco estruturados.



‘’Metodologia de Checkland consiste basicamente na percepção de uma situação dita problemática e desestruturada, em que são levantadas as percepções a respeito da situação para que se tenha uma definição clara da realidade que se deseja transformar, pela identificação de sistemas para análise da situação existente e a construção de um modelo conceitual.’’

                                                      MARTINS, F. M



O uso da metodologia pode ser justificada pela ne­cessidade de se obter uma visão abrangente do processo de implantação do programa, encorajando todos os participantes da prestação do serviço a adotar o pro­grama Produção Mais Limpa (P + L).





Com o  crescimento do número de empresas presta­doras de serviço, o uso de ferramentas que minimizem os impactos ambientais proporcionados por este segmento se faz cada dia mais necessário. Como por exemplo o programa de produção mais limpa.



A produção mais limpa evita ou diminuir a for­mação do resíduo durante o processo produtivo. Procura prevenir poluição na produção com reci­clagem interna e externa. É um processo eco-eficiente, sendo uma estratégia tecnológica de caráter permanente que procura soluções desde a raiz do problema, ou seja, no inicio da produção, e não soluções apenas no final do processo produtivo, como faz a tecnologia de “fim-de-tudo”



A implementação de ferramentas de produção limpa nas em­presas prestadoras de serviço deve ser dada de forma diferenciada devido às características de cada setor. Conhecendo as principais características dos serviços, pode-se compreender e determinar as singularidades do seu gerenciamento. Visualizar o processo de produção de forma sistêmica, como um ciclo envolvendo as empresas e as pessoas, as que fazem parte do processo de produção e as que participam do consumo.

O uso da metodologia em questão justifica-se pela ne­cessidade de se obter uma visão abrangente do processo de implantação do programa, de forma a encorajar todos os participantes da prestação do serviço a adotar o pro­grama Produção Mais Limpa.






segunda-feira, 5 de setembro de 2011



                O pensamento sistêmico e sua eficiência.




“O pensamento sistêmico é considerado como uma nova maneira de abordagem que compreende o desenvolvimento humano sobre o olhar da complexidade do mesmo. Nesse aspecto, a abordagem sistêmica considera  não somente a pessoa isoladamente considera também seu contexto e as relações estabelecidas e vivenciadas em seu ambiente físico e sociocultural.’’
 
Viviane Cruz
Administradora de Empresas
                                                                                      Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas





As organizações são formadas de pessoas, comportamentos, competências, atitudes e experiências pessoais e profissionais. Sendo assim é extremamente relevante o entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização, bem como o seu ambiente externo. Essa complexa combinação de recursos humanos e organizacionais tem poder de desenvolver ou afetar, positiva ou negativamente, a organização em seu conjunto.

Como sistemas vivos, as organizações necessitam aprender a valorizar sua rede com clientes, fornecedores, acionistas, empregados e parceiros, bem como as redes que interagem para sua formação legal, como o Estado e comunidade. Essas redes de valorização e comunicação que necessitam ser melhor estabelecidas nas organizações são fundamentais para o cumprimento de suas atividades e para disseminação de informações, agregando-lhe valor, mediante o compartilhamento de informações e conhecimento voltados a melhoria contínua dos produtos e processos.

 Podemos citar o caso da Coca-Cola como exemplo :

 Como uma das maiores organizações consumidoras de água do planeta. A empresa se empenha nessa luta pelo gerenciamento hídrico eficaz há muito tempo, mas a luta estava dentro de seus muros: a ênfase era a eficiência operacional de suas fábricas. Entretanto, os desafios ambientais atuais, assim como a maioria dos desafios organizacionais, requerem mais do que uma visão voltada para dentro da organização.


Para adotar uma visão sistêmica em relação à questão hídrica, a Coca Cola passou por conflitos externos. Um destes conflitos ilustra bem o problema: Em Kerala, sul da índia,entre os anos de 2004 e 2005, enquanto a população enfrentava uma seca de três anos, os caminhões da empresa saíam da unidade de engarrafamento local sem,aparentemente, nenhuma dificuldade.




 Fontes:
SENGE, Peter M. A quinta disciplina: arte e prática da organização que aprende. 21. ed. Rio de janeiro: Bestseller, 2006.
O caso da Coca-Cola foi extraído de: SENGE, Peter  et  alA  Revolução  Decisiva:  como  indivíduos  e  organizações  trabalham  em parceira para criar um mundo sustentável. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

www.nesiakconsultoria.com.br
 
gestaosistemica.wordpress.com


domingo, 4 de setembro de 2011

CPFL Energia - A empresa de energia mais sustentável da América Latina








Umas das empresas mais sustentáveis da América Latina é a companhia de energia CPFL, a empresa possui diversas ações sustentáveis como um veículo elétrico, projetos de green building, e investimentos em geração de energia com recurso renováveis como PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), UHEs (usinas hidrelétricas), eólicas e térmicas a biomassa.
A CPFL recebeu o título de empresa no setor de energia mais sustentável da América Latina, pesquisa realizada pela empresa de consultoria espanhola Management & Excellence (M&E) e da revista Latin Finance, esse estudo avaliou  a responsabilidade social, governança corporativa, práticas ambientais e financeiras.
 Acredita que a energia é essencial para o bem-estar da população e para o desenvolvimento da sociedade, e produzir e utilizar a energia de forma sustentável é importantíssimo para o futuro da sociedade.
 A principal missão da empresa é promover a solução de energia de forma sustentável com excelência e competitividade, atuando de atuando de forma integrada à comunidade se preocupa com conseqüências de suas ações, buscando evitar e controlar as ameaças que a sua produção pode causar na sociedade, ao ambiente e à própria empresa.
 Quem ganha com todas essas ações é a sociedade e a própria empresa que ganha competitividade no mercado, que cada vez mais está exigindo atitudes sustentáveis das empresas. 



Fontes:  Planeta Sustentável- noticia de Maio 2011;
Site -CPFL Energia -http://www.cpfl.com.br.


Postado por Fernanda